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Ansioso? Estressado? Nervoso?

Vamos tirar o pé do acelerador e relaxar!
Por Andrea Manograsso

O trânsito está ruim, o possante quebrou, o trabalho está puxado, problemas em casa ... Quem nunca passou por situações como essas? Afinal, isso é estresse, ansiedade ou apenas nervosismo? De acordo com o médico homeopata Yechiel Moises Chencinski, todos nós estamos propensos a passar por momentos como esses e é preciso atenção para diferenciar cada condição.

“Embora parecidos, esses estados psicológicos são denominados de acordo com o grau de intensidade. Quando um indivíduo passa por uma fase aguda de ansiedade e esgotamento, por exemplo, ele vivencia o estresse”, explica.

A ansiedade é uma reação normal do organismo, responsável por adaptar o corpo a uma situação nova. Quando muito elevada, no entanto, essa ansiedade pode ser prejudicial e, uma das consequências, pode ser o estado nervoso agudo.

“Cada um responde de uma forma a cada tipo de estímulo e, às vezes, a mesma pessoa reage de maneiras diferentes a circunstâncias semelhantes. Por isso, é difícil rotular os sintomas”, aponta o médico. “Nervosismo, angústia, tristeza, depressão, ansiedade, estresse. Cada uma dessas manifestações tem características específicas”.

 

   

Pessoas ansiosas sofrem muito por reviver fatos que já são passados, carregados de tensão e sofrimento. Querem também enxergar o futuro
e imaginar situações nas quais depositam esperanças e que, dificilmente, se concretizarão. Essa atitude é conhecida como antecipação. Por isso, tente relaxar e, como diz o Zeca Pagodinho, “deixa a vida te levar”...

Para o especialista, apesar das reações diferentes, o caminho para resolver os conflitos deve ser: procurar um profissional de saúde. “Médicos e psicólogos são capacitados para diagnosticar o problema e indicar a melhor forma de contornar essas situações e retomar o estado de harmonia e equilíbrio”, recomenda.

Segundo o Dr. Chencinski, as pessoas estão predispostas a passar por situações desagradáveis, vez ou outra, e apenas é possível minimizar as reações em busca de uma estabilidade psicológica. “O mundo não é perfeito e, assim, seria impossível estarmos sempre em total equilíbrio emocional”, acredita.


Dez passos para diminuir a ansiedade

Se alimentar corretamente

Manter o corpo hidratado

Praticar atividades físicas regularmente

Manter o equilíbrio espiritual e relaxar (respiração, caminhadas ao ar livre, meditação, entre outros)

Trabalhar naquilo que gosta e em ambiente físico e emocionalmente saudável

Ter tempo para o lazer (cinema, leitura, passeios, viagens)

Preservar o vínculo familiar e as amizades

Ir a consultas médicas preventivas regulares

Dedicar um tempo a não fazer nada (de vez em quando, é muito legal guardar um tempinho para não fazer nada)

Estar de bem com a vida
fevereiro/março 2011
 






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